3 dicas para ligar o F*da-se na sua Liderança

Não, você não é uma pessoa extraordinária e você também não é uma pessoa dotada de nenhum superpoder que diferencia você do restante da humanidade.

Você é apenas uma das 7 bilhões de pessoas buscando o seu lugarzinho nesse mundo.

Aceite isso, e seja feliz!

Essa é o tom da conversa que Mark Manson traz em seu livro “A sutil arte de ligar o f*da-se”.

Esqueça toda a conversa de autoajuda, deixe de lado as frases motivacionais e ponha o seu pé na realidade para aceitar quem você é e aprender a lidar com as suas limitações.

Pare de reclamar dos problemas e passe a assumir a responsabilidade pelas suas emoções ao invés de tentar terceirizar a culpa.

É nesse tom de voz duro, objetivo, mas absolutamente realista, que o autor vai na contramão do discurso raso da autoajuda e afirma que, ao aceitarmos a nossa realidade, tornamo-nos mais preparados para lidar de forma mais eficaz com nossos problemas.

Nesse artigo, eu faço uma síntese de 3 conceitos-chave que fazem toda a diferença para uma liderança assertiva e uma carreira com mais realizações.


1. Aceite que você não é especial

Existe hoje um ‘mercado do extraordinário’ que vai tentar te convencer que não basta ser um bom líder.

De acordo com esse mercado, você precisa ser um líder extraordinário!

E, para isso, você precisa também ser um ser humano espetacular.

E, claro, para isso, você precisa consumir os cursos certos, os livros certos, os conceitos certos…

Uma carga enorme para o ser humano que entra em uma busca insana para se adequar às exigências desse mercado, ao mesmo tempo que trabalha para entregar os seus resultados do dia a dia.

Diante disso, a dica do livro é: Ligue o f*da-se!

Aceitar que você é, e pode ser, apenas uma pessoa comum vai tirar um peso enorme das suas costas e vai te deixar mais livre para se autodesenvolver a partir das suas próprias forças e das suas necessidades, ao invés de tentar se ajustar a um cardápio pronto de como deve ser a sua liderança.

Então, trabalhe para ser bom, para ser correto e para buscar a sua evolução pessoal, mas sem criar a fantasia de que você precisa ser um gênio da liderança ou um guru na gestão de pessoas.

Não ceder à pressão desse mercado vai te ajudar a se manter focado naquilo que você é, em quem você é. E não naquilo que você não é e nem poderá ser, afinal você não vai ter todas as competências e não vai ser espetacular em tudo.

Fazer isso, traz a você a liberdade para construir uma relação mais verdadeira com a sua equipe, onde você pode assumir que não sabe tudo e não tem medo de esconder as suas fragilidades.

A boa notícia é que, ao contrário do que muitos pensam, essa forma mais humana de posicionamento, onde o líder assume as suas fraquezas, acaba por fortalecer a sua liderança diante da sua equipe.


2. Foque nos problemas certos

Os problemas existem, fazem parte da vida e é certo que você vai ter problemas para enfrentar todos os dias.

Mas, ao contrário do que prega o ‘mercado da autoajuda’, ficar repetindo frases do tipo ‘eu posso’, ‘eu consigo’, não vai resolver esses problemas para você. A única solução está em arregaçar as mangas e agir para solucionar esses problemas.

Entretanto, na sutil arte de ligar o f*da-se, é importante você deixar alguns problemas sem solução.

E, por quê?

Simplesmente, porque não dá para resolver tudo.

Então, onde focar?

Diante dessa possibilidade de ligar o f*da-se, quais problemas devem ser solucionados e quais devem ser deixados de lado?

A dica é simples: Ponha a sua atenção naqueles problemas que realmente fazem a diferença para os seus resultados.

Não perca o seu tempo com problemas menores que tiram o seu foco e não impactam nos seus objetivos.

O caminho é aceitar que não é possível resolver tudo e que não dá para controlar tudo. Sair de uma postura perfeccionista, onde possivelmente você acabe deixando de lado algumas coisas que realmente são importantes para cuidar de outras menos relevantes, para um foco nas chamadas soluções relevantes, ou seja, aquelas que vão te trazer os maiores ganhos.

Lembre-se: gerenciar prioridades é saber dizer não para as coisas menos importantes!


3. Assuma 100% da responsabilidade por aquilo que você sente

Os problemas vão surgir, as pessoas vão errar e a sua equipe vai te decepcionar em alguns momentos.

Isso vai acontecer, com certeza, e são episódios externos e alheios à sua vontade.

Mas, o que você sente diante desses episódios é uma escolha pessoal.

Nessa sutil arte de ligar o f*da-se, aceitar as frustrações é um ponto crucial para lidar com os desafios da vida corporativa.

Porque a sua empresa não é perfeita, a sua equipe não é extraordinária, e as pessoas que fazem parte da sua vida, assim como você, são apenas pessoas lidando com erros e acertos e procurando encontrar seus próprios caminhos.

Mas, quando no papel de líderes, nós sabemos e aceitamos as limitações da nossa equipe, nós podemos agir para desenvolver as pessoas.

Saímos de uma postura reativa, onde ficamos lamentando por não termos uma equipe dos sonhos, para uma atitude de realização e de transformação da realidade.

Então, que tal ligar o f*da-se com mais inteligência para ter melhores resultados?


A Como Fazer Coaching

Nestes meus mais de 25 anos de carreira em que tive a chance de desenvolver mais de 50.000 pessoas, eu pude ver na prática como o Coaching é uma ferramenta poderosa, que efetivamente transforma vidas. Com base nessa experiência, idealizei o programa Como Fazer Coaching, a melhor e mais completa Formação em Coaching focada no mercado corporativo e no desenvolvimento de pessoas. Fale com a gente para ter mais informações. Seja um Coach e um Líder Coach que transforma vidas!

Flavio Lettieri e Equipe Como Fazer Coaching

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